Medalha Milagrosa

Medalha Milagrosa

“Prestes a falecer, um militar de Alençon respondia com blasfêmias e insultos a todos os incitamentos à conversão que lhe dirigiam o capelão e as religiosas: “O vosso Deus não gosta dos franceses: dizeis que ele é bom e me ama, mas se assim fosse como deixar-me-ia sofrer deste modo? Não preciso de vossos conselhos, nem de vossos sermões.” À medida que se aproximava a morte, multiplicavam-se as imprecações. Quando ninguém mais esperava sua conversão, seis dias depois de uma freira haver prendido ao leito, sem que ele o percebesse, uma Medalha Milagrosa, o militar declara: “Não quero morrer no estado em que me encontro; peçam ao padre que faça o favor de ouvir-me em confissão.” Em meio a terríveis tormentos, morre com serenidade afirmando: “O que me causa pesar é haver amado tão tarde, e não amar muito mais.”

MEDALHA MILAGROSA
A DIVINA PROVIDÊNCIA


Nestes tempos de pestes sem controle, sem vacinas, e mortíferas, tais como, gripe suína e dengue, muitas pessoas já se sentem inseguras com relação à sua saúde, de sua família e principalmente com os desdobramentos no futuro.

Porém, DEUS, que é PAI, e NOSSA SENHORA, que é MÃE, já no passado nos alcançaram por amor e misericórdia, a proteção necessária e ideal para estes momentos.

No entanto, para que esta graça de DEUS, trazida por NOSSA SENHORA, nos inclua, é necessária a nossa participação de coração, pela fé, caso contrário, não acontecerá o efeito prometido e desejado. Portanto, quem almeja alcançar a graça da proteção total do corpo e da alma precisa estar reconciliado com DEUS, ou seja, vivendo os dez Mandamentos e os Sacramentos da Igreja em sua plenitude e abrangência, além, é claro, do exercício do amor e da caridade ao próximo, seu irmão.

A MEDALHA MILAGROSA COMO PROTEÇÃO CONTRA PESTES E EPIDEMIAS.

As primeiras 20.000 medalhas foram confeccionadas em 1830, ano em que uma epidemia de cólera, vinda da Rússia através da Polônia, irrompeu em Paris a 26 de março, em pleno carnaval, ceifando vidas, num imenso cântico fúnebre. Num só dia houve 861 vítimas fatais. No total foram registradas oficialmente 18.400 mortes, porém, na realidade, houve mais de 20.000. As descrições da época são aterradoras: em quatro ou cinco horas, o corpo de um homem em perfeita saúde reduzia-se ao estado de um esqueleto. Como se fora num abrir e fechar de olhos, jovens cheios de vida tomavam o aspecto de velhos carcomidos, e logo depois não eram senão cadáveres. Nos derradeiros dias de maio, a epidemia parecia recuar.

Na segunda quinzena de junho, porém, um novo surto do tremendo castigo redobra o pânico do povo. Mas, finalmente, no dia 30 de junho, a Casa Vachette entrega as primeiras 1500 medalhas, que são distribuídas pelas Filhas da Caridade e abrem o cortejo sem fim das graças e dos milagres:

Na escola da praça do Louvre, a pequena Caroline Nenain (8 anos), da paróquia de Saint Germain l'Auxerrois, única em sua classe a não portar a Medalha Milagrosa, é também a única atingida pela cólera. No dia seguinte àquele em que recebera com grande piedade sua Medalha Milagrosa, a menina, curada, retorna à aula.

Na diocese de Meaux, uma senhora atingida pela cólera, já desenganada, e às vésperas de dar à luz, recebe uma Medalha Milagrosa: nasce uma bela e saudável criança e sua mãe vê-se totalmente curada. Prestes a falecer, um militar de Alençon respondia com blasfêmias e insultos a todos os incitamentos à conversão que lhe dirigiam o capelão e as religiosas: “O vosso Deus não gosta dos franceses: dizeis que ele é bom e me ama, mas se assim fosse como deixar-me-ia sofrer deste modo? Não preciso de vossos conselhos, nem de vossos sermões.” À medida que se aproximava a morte, multiplicavam-se as imprecações. Quando ninguém mais esperava sua conversão, seis dias depois de uma freira haver prendido ao leito, sem que ele o percebesse, uma Medalha Milagrosa, o militar declara: “Não quero morrer no estado em que me encontro; peçam ao padre que faça o favor de ouvir-me em confissão.” Em meio a terríveis tormentos, morre com serenidade afirmando: “O que me causa pesar é haver amado tão tarde, e não amar muito mais.” Um missionário, no Congo Belga, chegou certo dia a uma cidade e constatou que muitas crianças estavam doentes. Seus pés estavam inflamados, como que mordidos por serpentes. O missionário não tinha consigo nenhum remédio contra veneno de cobras, mas tinha contra a “serpente” a Medalha Milagrosa. O missionário não hesitou e colocou a Medalha no pescoço de cada criança doente. Rapidamente a febre baixava e a inflamação passava. As crianças ficaram curadas e nunca mais se viu serpentes venenosas naquela cidade.

Já em 1839 mais de dez milhões de medalhas haviam sido difundidas pelos cinco continentes. E relatos de milagres chegavam de todo o planeta: Estados Unidos, Polônia, China, Abissínia...

ORIGEM DA MEDALHA MILAGROSA, OU MEDALHA DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS.

A primeira aparição da Santíssima Virgem à Catarina Labouré ocorreu na noite de 18 para 19 de julho de 1830, na Capela do Convento das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, na Rue du Bac, em Paris. No dia 27 de novembro de 1830, ocorre a segunda aparição de Nossa Senhora.

Nessa aparição, a Santa Catarina Labouré foi mostrada uma figura viva do que conhecemos por “Medalha de Nossa Senhora das Graças”, ou “Medalha Milagrosa”. De um lado da medalha, a figura da Santíssima Virgem, derramando graças sobre o mundo e pisando a cabeça de uma serpente (imagem que é alusão clara à palavra de Deus em Gn 3,15). Como moldura desse quadro, as palavras: Ó MARIA CONCEBIDA SEM PECADO, ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS.

No verso, a letra 'M', monograma de Maria, com a Cruz em cima, e tendo abaixo os Corações de Jesus e de Maria. Contornando tudo, uma coroa de doze estrelas. Disse a Virgem: “Fazei cunhar uma medalha por este modelo; todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço; as graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança.” Logo a eficácia dessa promessa foi sentida, e o Arcebispo de Paris, Monsenhor Quélen, concluiu: “A rápida propagação, o grande número de medalhas cunhadas e distribuídas, os admiráveis benefícios e graças singulares obtidos, são sinais do céu que confirmam a realidade das aparições, a verdade das narrativas da vidente e a difusão da Medalha.”

Importante: a medalha não é um amuleto!

Esta medalha é um sacramental.

A Santa Igreja chama de “sacramental” alguns objetos abençoados pelo sacerdote, tais como: as medalhas Milagrosa e de São Bento, o escapulário de Nossa Senhora do Carmo e o Terço. O mais importante dos “sacramentais” é a água benta, pois ela nos recorda o Batismo, além de nos proteger contra a influencia do demônio e suas conseqüências maléficas. Desta forma, a Igreja ajuda-nos a considerar a Medalha Milagrosa, não como amuleto, mas como um recurso para nos unir ainda mais a Nosso Senhor e a Nossa Senhora, nos estimulando a progredir na fé.
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